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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O MATRIMÔNIO CRISTÃO

“Santo Agostinho enumera como bens ou fins do matrimônio: proles, fides, sacramentum. O bem da prole é a sua geração e educação; o bem da fidelidade consiste na mútua e exclusiva doação dos corpos e das almas; o bem do sacramento é o vínculo indissolúvel que une os cônjuges, como símbolo e representação do vínculo que une Cristo com a sua Esposa, a Igreja (Ef. 5, 22)
S. Tomás, comentando essa definição, põe a si mesmo a seguinte objeção: em vez de fidelidade, não se deveria por amor, uma vez que a união de Cristo com a Igreja, que o matrimônio simboliza e imita, se realiza pelo amor? E responde que, por sacramento, se devem entender “todas as coisas que pertencem ao matrimônio, porquanto ele é o sinal da união de Cristo com a Igreja”. (Suppl. 3, quest. 48, art. 2, ad 4). De fato. O matrimonio representaria a união – toda amor – de Cristo com a Igreja, se não incluísse o amor como elemento essencial? Hino grandioso ao matrimônio cantou Pio XI na celebre encíclica “Casti Connubi”.
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__ Padre Paulo BANNWARTH. A trilogia sexo-amor-matrimônio na nova moral, Hora Presente – Ano IV – Novembro/1972 - n. 13, p. 217.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A NOVA MORAL CONJUGAL E A CORRUPÇÃO DA FAMÍLIA

Não foge à observação geral o movimento organizado e a sistemática ação com que as forças tenebrosas se empenham na subversão da ordem em todas as nações, com o fim de destruir a civilização cristã.
O plano foi projetado com superior habilidade: alvo primeiro e preferido é a família, célula que é do organismo social, condição e garantia do seu bem-estar e prosperidade.
Podemos acompanhar as etapas da campanha: afrouxamento do vínculo conjugal pela emancipação da mulher; perversão, por múltiplos métodos de contracepção, de sua missão de propagar a vida humana; destruição, pelo aborto oficializado, dessa vida já iniciada; extermínio, lento mas radical, da própria família pelo divórcio, pelo amor livre, pela homossexualidade.
Aceleram este movimento de desagregação as grandes revistas de consórcios internacionais; os teatros, cinemas e televisões teleguiados por forças secretas; os Institutos, especializados em contracepção, o poderoso BEMFAM...
O mais consternador é publicações católicas e mesmo sacerdotes cooperam para a penetração dos princípios corruptores nas famílias.
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Paulo BANNWARTH S.J.. A propósito da “nova” moral conjugal, In. Hora Presente n. 13, Ano IV, Novembro/1072, p. 208.