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quarta-feira, 26 de março de 2014

O AMOR QUE NÃO SE ELEVA, MORRE.

O amor que não se eleva, morre. As alegrias e os êxtases, a não ser que rejuvenescidas pelo sacrifício, transformam-se em simples amizades. A mediocridade é o castigo de todos aqueles que se recusam a juntar ao seu amor o sacrifício, preparando-o assim para horizontes mais amplos, para cumes mais elevados. 
Fulton J. SHEEN. O Primeiro Amor do Mundo, p. 205.

quinta-feira, 20 de março de 2014

ESPÍRITO DE ECONOMIA E ESPÍRITO DE SACRIFÍCIO

“Economizar, por na reserva, é uma exigência central da natureza humana, e entender estas palavras no único sentido de acumulação de bens materiais é limitar o problema e desnaturá-lo arbitrariamente. Um senhor medieval, um santo, um artista, um simples camponês encerrado no torrão paterno e de família numerosa, não acumulavam certamente dinheiro. Mas acumulavam outra coisa: um capital de virtudes, de tradições, de bons costumes, sem falar de outras reservas materiais, mas vitais, como as terras, as casas com seus mobiliários, etc. Estas gentes sabiam se negar à chamada do atrativo imediato. Sabiam privar-se de algo hoje (pense-se nos sacrifícios de um cavaleiro, de um asceta, de um simples pai de família) em função de um porvir que tinham que defender e fecundar. O espírito de economia, no sentido mais alto da palavra, se confunde com o espírito de fidelidade e de sacrifício”.


Gustavo THIBON (1903-2001). Diagnosticos de fisiologia social, Madrid: Nacional, 1958.